{"id":104207,"date":"2026-09-03T09:43:39","date_gmt":"2026-09-03T13:43:39","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/?p=104207"},"modified":"2026-09-03T09:43:39","modified_gmt":"2026-09-03T13:43:39","slug":"fim-das-exportacoes-de-carnes-para-a-uniao-europeia-pode-reduzir-o-pib-em-008","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/fim-das-exportacoes-de-carnes-para-a-uniao-europeia-pode-reduzir-o-pib-em-008\/","title":{"rendered":"Fim das exporta\u00e7\u00f5es de carnes para a Uni\u00e3o Europeia pode reduzir o PIB em 0,08%"},"content":{"rendered":"<p class=\"isSelectedEnd\">A Uni\u00e3o Europeia interrompe nesta quinta-feira (03.09) a entrada de novas cargas de carne bovina e de aves produzidas no Brasil. A restri\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m alcan\u00e7a ovos, pescado, mel, carne de equinos e tripas utilizadas pela ind\u00fastria. O bloqueio decorre da retirada do Pa\u00eds da lista de fornecedores considerados aptos a cumprir as novas regras europeias sobre o uso de antimicrobianos na produ\u00e7\u00e3o animal.<\/p>\n<p class=\"isSelectedEnd\">Na pr\u00e1tica, produtos acompanhados de certificado sanit\u00e1rio emitido a partir desta quinta-feira n\u00e3o poder\u00e3o ingressar no bloco. Cargas certificadas at\u00e9 quarta-feira (2) seguem as regras anteriores e poder\u00e3o concluir o transporte e o desembara\u00e7o nos portos europeus.<\/p>\n<p class=\"isSelectedEnd\">A decis\u00e3o n\u00e3o foi motivada pela descoberta de doen\u00e7a nos rebanhos nem pela presen\u00e7a de res\u00edduos na carne exportada. A Uni\u00e3o Europeia alegou que n\u00e3o recebeu garantias suficientes de que o Brasil poder\u00e1 comprovar, durante todo o ciclo de vida dos animais, o cumprimento das proibi\u00e7\u00f5es impostas pelo bloco.<\/p>\n<p class=\"isSelectedEnd\">As normas europeias impedem a utiliza\u00e7\u00e3o de antimicrobianos para acelerar o crescimento ou aumentar o rendimento dos animais e restringem medicamentos considerados essenciais ao tratamento de infec\u00e7\u00f5es em seres humanos. O Brasil sustenta que atende \u00e0s exig\u00eancias e que j\u00e1 encaminhou os documentos e protocolos solicitados.<\/p>\n<p class=\"isSelectedEnd\">Embora represente uma parcela pequena do volume total exportado pelo Brasil, a Uni\u00e3o Europeia \u00e9 um dos mercados mais rent\u00e1veis para a carne bovina. Entre janeiro e julho deste ano, o bloco comprou 63,7 mil toneladas, com receita equivalente a aproximadamente R$ 3 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p class=\"isSelectedEnd\">O volume cresceu 10,4% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2025, enquanto a receita avan\u00e7ou 22,8%. A Uni\u00e3o Europeia respondeu por 3,24% da quantidade de carne bovina exportada pelo Pa\u00eds, mas por 4,92% do faturamento. O pre\u00e7o m\u00e9dio ficou pr\u00f3ximo de R$ 44,9 mil por tonelada, o maior entre os principais compradores do produto brasileiro.<\/p>\n<p class=\"isSelectedEnd\">Em 2025, os embarques de carne bovina para o bloco haviam alcan\u00e7ado 128,9 mil toneladas e aproximadamente R$ 5,4 bilh\u00f5es. Quando s\u00e3o somadas as carnes de aves e os demais produtos de origem animal afetados, o com\u00e9rcio colocado em risco pela restri\u00e7\u00e3o pode se aproximar de R$ 10,2 bilh\u00f5es por ano.<\/p>\n<p class=\"isSelectedEnd\">O impacto sobre a economia brasileira n\u00e3o ser\u00e1 suficiente, isoladamente, para comprometer a balan\u00e7a comercial do Pa\u00eds. O efeito mais forte dever\u00e1 aparecer dentro da cadeia pecu\u00e1ria, sobretudo entre frigor\u00edficos e produtores preparados para atender ao mercado europeu, que remunera melhor animais rastreados e cortes de maior valor.<\/p>\n<p class=\"isSelectedEnd\">A perda desse destino pode obrigar as ind\u00fastrias a redirecionar produtos para outros compradores e aceitar pre\u00e7os menores. A substitui\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 autom\u00e1tica porque cada mercado procura cortes, embalagens e padr\u00f5es diferentes. Parte da carne vendida \u00e0 Europa, especialmente os cortes nobres refrigerados, n\u00e3o encontra comprador equivalente com a mesma facilidade.<\/p>\n<div id=\"attachment_295141\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-295141\" src=\"https:\/\/pensaragro.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/WhatsApp-Image-2026-02-01-at-18.36.55.jpeg\" sizes=\"auto, (max-width: 542px) 100vw, 542px\" srcset=\"https:\/\/pensaragro.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/WhatsApp-Image-2026-02-01-at-18.36.55.jpeg 1024w, https:\/\/pensaragro.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/WhatsApp-Image-2026-02-01-at-18.36.55-300x300.jpeg 300w, https:\/\/pensaragro.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/WhatsApp-Image-2026-02-01-at-18.36.55-150x150.jpeg 150w, https:\/\/pensaragro.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/WhatsApp-Image-2026-02-01-at-18.36.55-768x768.jpeg 768w, https:\/\/pensaragro.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/WhatsApp-Image-2026-02-01-at-18.36.55-80x80.jpeg 80w, https:\/\/pensaragro.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/WhatsApp-Image-2026-02-01-at-18.36.55-75x75.jpeg 75w, https:\/\/pensaragro.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/WhatsApp-Image-2026-02-01-at-18.36.55-750x750.jpeg 750w\" alt=\"\" width=\"542\" height=\"542\" aria-describedby=\"caption-attachment-295141\" \/><\/p>\n<p id=\"caption-attachment-295141\" class=\"wp-caption-text\"><strong><em>Isan Rezende, presidente do IA<\/em><\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p>IMPACTO \u2013 Para o engenheiro agr\u00f4nomo Isan Rezende, presidente do Instituto do Agroneg\u00f3cio (IA) e da Federa\u00e7\u00e3o dos Engenheiros Agr\u00f4nomos de Mato Grosso (Feagro-MT), o bloqueio da UE parece pequeno para a economia brasileira, mas \u00e9 impactante.<\/p>\n<div>\n<div class=\"centered-text-area\">\n<div class=\"centered-text\">\n<div class=\"u752ae8be802688b6091d869805331dfc-content\"><span class=\"ctaText\">Leia Tamb\u00e9m:<\/span>\u00a0\u00a0<span class=\"postTitle\">Mapa libera R$ 400 milh\u00f5es para comercializa\u00e7\u00e3o do trigo<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ctaButton\"><\/div>\n<\/div>\n<p class=\"isSelectedEnd\">\u201cOs cerca de R$ 10,2 bilh\u00f5es representam o valor anual das exporta\u00e7\u00f5es colocadas em risco, e n\u00e3o uma redu\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica do PIB. Tomando como refer\u00eancia o PIB brasileiro de R$ 12,7 trilh\u00f5es em 2025, esse com\u00e9rcio corresponde a aproximadamente 0,08% da economia. Como a suspens\u00e3o come\u00e7ou em setembro, a parcela potencialmente afetada neste ano ficaria perto de R$ 3,4 bilh\u00f5es, ou 0,025% do PIB, antes de considerar o redirecionamento dos produtos para outros mercados\u201d, analisa<\/p>\n<p class=\"isSelectedEnd\">\u201cPara o Pa\u00eds, o efeito direto sobre o crescimento econ\u00f4mico pode parecer pequeno, mas essa m\u00e9dia esconde um impacto muito maior sobre produtores, frigor\u00edficos e munic\u00edpios dependentes da pecu\u00e1ria. A Uni\u00e3o Europeia compra cortes de maior valor e remunera animais que atendem a exig\u00eancias espec\u00edficas de rastreabilidade. Quando esse mercado desaparece, a ind\u00fastria precisa buscar outros compradores, muitas vezes aceitando pre\u00e7os menores, o que reduz margens e pode aumentar a press\u00e3o sobre o valor pago pela arroba\u201d, afirma.<\/p>\n<p>\u201cQuando o impacto \u00e9 comparado apenas com o agroneg\u00f3cio, a dimens\u00e3o da perda aparece com mais clareza. Os R$ 10,2 bilh\u00f5es em exporta\u00e7\u00f5es anuais equivalem a aproximadamente 0,33% do PIB do setor, estimado em R$ 3,13 trilh\u00f5es para 2026. Dentro do ramo pecu\u00e1rio, que deve movimentar R$ 1,25 trilh\u00e3o, a participa\u00e7\u00e3o chega a 0,82%. Isso n\u00e3o significa que o PIB cair\u00e1 automaticamente nessa propor\u00e7\u00e3o, porque parte dos produtos poder\u00e1 ser vendida a outros mercados, mas mostra o tamanho da receita que o setor ter\u00e1 de recuperar\u201d, analisa Isan<\/p>\n<p>\u201cO Brasil precisa trabalhar simultaneamente em duas frentes: demonstrar rapidamente o cumprimento das exig\u00eancias e recuperar o mercado europeu, al\u00e9m de ampliar destinos para reduzir a depend\u00eancia de poucos compradores. O redirecionamento n\u00e3o ser\u00e1 simples, especialmente porque a China tamb\u00e9m limitou suas importa\u00e7\u00f5es por meio de cotas. Mais do que o volume interrompido, est\u00e1 em jogo a presen\u00e7a brasileira em um mercado de alto valor e a credibilidade do Pa\u00eds como fornecedor confi\u00e1vel de alimentos\u201d, acrescenta Rezende.<\/p>\n<p class=\"isSelectedEnd\">REA\u00c7\u00c3O \u2013 A Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Ind\u00fastrias Exportadoras de Carnes (Abiec) afirmou que v\u00ea com preocupa\u00e7\u00e3o a interrup\u00e7\u00e3o e trabalha com o Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (Mapa) para reincluir o Pa\u00eds na rela\u00e7\u00e3o de fornecedores autorizados.<\/p>\n<p class=\"isSelectedEnd\">Segundo a entidade, um protocolo de controle do uso de antimicrobianos foi desenvolvido em conjunto com a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Certificadoras por Auditoria e Rastreabilidade (ABCAR) e a Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil (CNA). Todas as empresas associadas \u00e0 Abiec habilitadas a vender para a Uni\u00e3o Europeia j\u00e1 aderiram ao sistema.<\/p>\n<p class=\"isSelectedEnd\">A associa\u00e7\u00e3o ressaltou que a medida tem car\u00e1ter regulat\u00f3rio e n\u00e3o altera a qualidade, a seguran\u00e7a nem a condi\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria da carne brasileira, atualmente comercializada em mais de 170 mercados. O problema, neste momento, \u00e9 demonstrar \u00e0s autoridades europeias que os controles alcan\u00e7am todas as etapas exigidas pelo bloco.<\/p>\n<div>\n<div class=\"centered-text-area\">\n<div class=\"centered-text\">\n<div class=\"ud2af03e2b267019f47edfdc1234542dd-content\"><span class=\"ctaText\">Leia Tamb\u00e9m:<\/span>\u00a0\u00a0<span class=\"postTitle\">Trump anuncia sobretaxas para alum\u00ednio e a\u00e7o e preocupa o agroneg\u00f3cio brasileiro<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ctaButton\"><\/div>\n<\/div>\n<p class=\"isSelectedEnd\">A CNA considera a restri\u00e7\u00e3o injustificada e afirma que a Uni\u00e3o Europeia est\u00e1 aplicando suas pr\u00f3prias normas \u00e0 produ\u00e7\u00e3o realizada fora do territ\u00f3rio europeu. A entidade enviou of\u00edcios ao Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores e \u00e0 Comiss\u00e3o de Rela\u00e7\u00f5es Exteriores do Senado pedindo provid\u00eancias para reverter o bloqueio.<\/p>\n<p class=\"isSelectedEnd\">Entre as medidas sugeridas est\u00e1 a avalia\u00e7\u00e3o do Mecanismo de Reequil\u00edbrio de Concess\u00f5es previsto no acordo comercial entre Mercosul e Uni\u00e3o Europeia. Esse instrumento permite discutir compensa\u00e7\u00f5es quando uma decis\u00e3o unilateral altera as condi\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas estabelecidas entre as partes.<\/p>\n<p class=\"isSelectedEnd\">A Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Prote\u00edna Animal (ABPA), que representa as ind\u00fastrias de aves, afirma que a produ\u00e7\u00e3o brasileira de frango cumpre integralmente as exig\u00eancias europeias. Uma miss\u00e3o da Uni\u00e3o Europeia encerra nesta sexta-feira (04.09) uma auditoria nos sistemas de produ\u00e7\u00e3o de aves e mel. Caso o resultado seja favor\u00e1vel, esses produtos poder\u00e3o recuperar o acesso ao bloco ainda neste ano, embora n\u00e3o exista data confirmada.<\/p>\n<p class=\"isSelectedEnd\">Para a carne bovina, a solu\u00e7\u00e3o tende a ser mais demorada. A Uni\u00e3o Europeia quer provas de conformidade durante toda a vida do animal, desde a cria\u00e7\u00e3o at\u00e9 o abate. Isso exige registros nas propriedades, segrega\u00e7\u00e3o dos bovinos eleg\u00edveis, rastreabilidade dos tratamentos veterin\u00e1rios e controles nos frigor\u00edficos.<\/p>\n<p class=\"isSelectedEnd\">A Abiec afirma que as garantias oficiais j\u00e1 foram entregues, mas a Comiss\u00e3o Europeia ainda n\u00e3o indicou quando poder\u00e1 reavaliar a situa\u00e7\u00e3o. Autoridades do bloco admitem que a an\u00e1lise da cadeia bovina pode se estender al\u00e9m de 2026 e, no cen\u00e1rio mais desfavor\u00e1vel, chegar a 2028.<\/p>\n<p class=\"isSelectedEnd\">CLIMA RUIM \u2013 O bloqueio chega em um momento especialmente desfavor\u00e1vel. A China, maior compradora da carne bovina brasileira, estabeleceu para 2026 uma cota de 1,106 milh\u00e3o de toneladas. Os embarques que ultrapassarem esse limite ficam sujeitos a uma tarifa adicional de 55%. Em 2025, o Brasil vendeu aos chineses 1,648 milh\u00e3o de toneladas, o que mostra a dificuldade de transferir para aquele mercado todo o volume recusado pela Europa.<\/p>\n<p class=\"isSelectedEnd\">Reino Unido, M\u00e9xico, pa\u00edses do Oriente M\u00e9dio e outros mercados asi\u00e1ticos aparecem entre as alternativas para parte dos produtos. O Reino Unido deixou a Uni\u00e3o Europeia e n\u00e3o acompanhou automaticamente a restri\u00e7\u00e3o que come\u00e7a nesta quinta-feira. Ainda assim, estudos do setor indicam que o redirecionamento poder\u00e1 exigir descontos e reduzir as margens dos frigor\u00edficos.<\/p>\n<p class=\"isSelectedEnd\">Para o pecuarista, o risco \u00e9 de maior press\u00e3o sobre o pre\u00e7o do boi, principalmente nas regi\u00f5es onde est\u00e3o concentradas propriedades e ind\u00fastrias habilitadas a fornecer \u00e0 Europa. O tamanho desse efeito depender\u00e1 da dura\u00e7\u00e3o da suspens\u00e3o, do comportamento das compras chinesas e da capacidade brasileira de abrir ou ampliar outros destinos.<\/p>\n<p>A prioridade do governo e das entidades \u00e9 conseguir a reinclus\u00e3o do Brasil na lista europeia. Enquanto a avicultura e o setor de mel esperam uma resposta mais r\u00e1pida ap\u00f3s a auditoria, a pecu\u00e1ria bovina entra no segundo semestre diante de um processo t\u00e9cnico mais complexo e sem garantia de solu\u00e7\u00e3o imediata.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/pensaragro.com.br\/fim-das-exportacoes-de-carnes-para-a-uniao-europeia-pode-reduzir-o-pib-brasileiro-em-008\/\">Pensar Agro<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Uni\u00e3o Europeia interrompe nesta quinta-feira (03.09) a entrada de novas cargas de carne bovina &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":104208,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[188],"tags":[],"class_list":["post-104207","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-economia"],"wps_subtitle":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/104207","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=104207"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/104207\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":104209,"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/104207\/revisions\/104209"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/104208"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=104207"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=104207"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=104207"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}