{"id":35076,"date":"2021-04-02T09:48:56","date_gmt":"2021-04-02T13:48:56","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/?p=35076"},"modified":"2021-04-02T09:48:56","modified_gmt":"2021-04-02T13:48:56","slug":"serie-de-reportagens-especiais-discute-se-feminicidio-pode-ser-evitado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/2021\/04\/02\/serie-de-reportagens-especiais-discute-se-feminicidio-pode-ser-evitado\/","title":{"rendered":"S\u00e9rie de reportagens especiais discute se feminic\u00eddio pode ser evitado"},"content":{"rendered":"<p>O feminic\u00eddio pode ser evitado. Essa afirma\u00e7\u00e3o \u00e9 feita constantemente em espa\u00e7os de discuss\u00e3o sobre viol\u00eancia contra a mulher. Mas como evitar, quando os casos sequer chegam ao conhecimento p\u00fablico? E quando chegam, os \u00f3rg\u00e3os de seguran\u00e7a e justi\u00e7a podem impedir? Esses questionamentos far\u00e3o parte de uma s\u00e9rie de reportagem especial, constru\u00edda com base na disserta\u00e7\u00e3o de mestrado da jornalista e policial civil, Luciene Oliveira, dentro do programa de Sociologia da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).<\/p>\n<p>Com o tema \u201cO feminic\u00eddio no processo de viol\u00eancia \u00e9 um ato evit\u00e1vel? Pol\u00edticas de prote\u00e7\u00e3o \u00e0s mulheres em situa\u00e7\u00e3o de viol\u00eancia\u201d, a abordagem da pesquisa foi qualitativa e quantitativa, com an\u00e1lise de conte\u00fado e entrevista estruturada. De 17 inqu\u00e9ritos selecionados inicialmente, 13 foram aprofundados, sendo 12 de tentativas de homic\u00eddios e um de tentativa de feminic\u00eddio. As investiga\u00e7\u00f5es foram instauradas no munic\u00edpio de V\u00e1rzea Grande, nos anos de 2016 e 2017.<\/p>\n<p>A primeira reportagem da s\u00e9rie especial abordar\u00e1 o perfil identificado das v\u00edtimas femininas que registraram as ocorr\u00eancias e os obst\u00e1culos rompidos por elas ao procurar ajuda. Trar\u00e1 tamb\u00e9m depoimentos dessas mulheres que deixam expl\u00edcito o sentimento de posse e afirma\u00e7\u00e3o da masculinidade que motivaram as agress\u00f5es.<\/p>\n<p>Terrorismo \u00edntimo e a crueldade da agress\u00e3o f\u00edsica comp\u00f5em os relatos de v\u00edtimas da segunda mat\u00e9ria. Tamb\u00e9m ser\u00e3o abordadas as pol\u00edticas p\u00fablicas que asseguram a prote\u00e7\u00e3o das mulheres, e como algumas viol\u00eancias ainda persistem.<\/p>\n<p>A \u00faltima reportagem da s\u00e9rie trar\u00e1 a conclus\u00e3o da problem\u00e1tica central da disserta\u00e7\u00e3o de mestrado: \u201cO feminic\u00eddio no processo da viol\u00eancia \u00e9 um ato evit\u00e1vel?\u201d. Com dados e an\u00e1lises qualitativas, a pesquisa resultou em um diagn\u00f3stico que engloba a dificuldade de a v\u00edtima romper o ciclo de viol\u00eancia, falhas em pol\u00edticas p\u00fablicas e resist\u00eancia do agressor em participar de atividades de reeduca\u00e7\u00e3o e grupos de apoio.<\/p>\n<p>O primeiro texto ser\u00e1 publicado na pr\u00f3xima segunda-feira (05.04), no site da Sesp-MT. Por conter relatos sens\u00edveis de v\u00edtimas, toda a s\u00e9rie ser\u00e1 divulgada com avisos de gatilho.<\/p>\n<p><strong>A disserta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>O trabalho teve a orienta\u00e7\u00e3o do professor doutor da UFMT, Lu\u00eds Ant\u00f4nio Bitante Fernandes. Al\u00e9m dele, como presidente, a banca foi composta pela professora doutora da Fiocruz, Cristiane Batista Andrade (externa); professora doutora da UFMT Silvana Maria Bitencourt (interna); e professor doutor da UFMT, Edson Benedito Rondon Filho (suplente). A disserta\u00e7\u00e3o foi defendida e aprovada em 20 de fevereiro de 2021 e, ap\u00f3s ajustes finais, foi registrada oficialmente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Foto:\u00a0 \u00a0\u00a0Christiano Antonucci\u00a0 \u00a0\u00a0|\u00a0 \u00a0Fonte:\u00a0 MTGOV<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O feminic\u00eddio pode ser evitado. 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