{"id":40005,"date":"2021-06-15T11:01:33","date_gmt":"2021-06-15T15:01:33","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/?p=40005"},"modified":"2021-06-15T11:01:33","modified_gmt":"2021-06-15T15:01:33","slug":"graos-tecnica-aumenta-produtividade-em-ate-26-sacas-por-hectare-no-sul","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/graos-tecnica-aumenta-produtividade-em-ate-26-sacas-por-hectare-no-sul\/","title":{"rendered":"Gr\u00e3os: t\u00e9cnica aumenta produtividade em at\u00e9 26 sacas por hectare no Sul"},"content":{"rendered":"<p>Uma t\u00e9cnica de plantio aplicada nas terras baixas do Rio Grande do Sul foi capaz de garantir uma \u00f3tima produtividade da soja na regi\u00e3o, caracterizada por solos com defici\u00eancia em drenagem natural.<\/p>\n<p>Bons resultados foram registrados em estudo de viabilidade do uso do sistema sulco-camalh\u00e3o, em que a cultura \u00e9 plantada no trecho mais elevado (camalh\u00e3o) e os sulcos laterais servem para escoamento da \u00e1gua de drenagem e irriga\u00e7\u00e3o e por onde passam os rodados das m\u00e1quinas.<\/p>\n<p>O trabalho foi feito em seis propriedades com lavouras de soja e milho com o objetivo de adaptar culturas de terras altas \u00e0s terras baixas ga\u00fachas. Os dados obtidos ser\u00e3o divulgados em uma transmiss\u00e3o ao vivo nesta quarta-feira, 16.<\/p>\n<p>Com a irriga\u00e7\u00e3o por sulcos houve aumento, na primeira safra do experimento, de mais de 20 sacas por hectare em compara\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00e9dia de produ\u00e7\u00e3o da \u00e1rea ao lado, que n\u00e3o usou essa tecnologia. J\u00e1 na segunda safra o aumento foi de 26 sacas por hectare. O custo m\u00e9dio pela aplica\u00e7\u00e3o da tecnologia de sulco-camalh\u00e3o ficou em R$ 637 por hectare. Em dois anos de trabalho, a equipe de pesquisadores, t\u00e9cnicos e produtores envolvidos no Projeto Sulco considerou os dados animadores.<\/p>\n<p>\u201cOs resultados t\u00eam sido muito bons, gerando estabilidade de produ\u00e7\u00e3o. No sistema convencional, em anos secos ou de muita chuva, a produ\u00e7\u00e3o de soja e milho \u00e9 baixa. J\u00e1 em anos em que est\u00e1 tudo bem com o clima, produz bem. E no sistema sulco-camalh\u00e3o do Projeto Sulco temos tido boas produ\u00e7\u00f5es com estabilidade\u201d, destaca o pesquisador da\u00a0<a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/en\/clima-temperado\"><strong>Embrapa Clima Temperado<\/strong><\/a>\u00a0Jos\u00e9 Maria Parfitt. O projeto \u00e9 realizado em parceria p\u00fablico-privada.<\/p>\n<p>Conforme os resultados desse trabalho, ao adubar bem a cultura da soja, \u00e9 poss\u00edvel alcan\u00e7ar cerca de cinco mil quilos por hectare, com boa estabilidade e usando boas cultivares. Com a cultura do milho n\u00e3o \u00e9 diferente, \u00e9 poss\u00edvel chegar \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de 12 toneladas do gr\u00e3o ano a ano, independentemente das condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas.<\/p>\n<p>\u201cA primeira safra do Projeto (2019\/2020) foi extremamente seca, com perdas de produtividade nas lavouras do estado, mas as \u00e1reas-piloto de soja irrigada produziram, em m\u00e9dia, 20 sc\/ha a mais do que as \u00e1reas n\u00e3o irrigadas na mesma propriedade, com produtividade m\u00e9dia de 66,3 sc\/ha. Essa produtividade corresponde ao peso da produ\u00e7\u00e3o total obtida na colheita, ajustada para a umidade de 13% e descontadas as impurezas\u201d, avalia Parfitt.<\/p>\n<p>Quanto \u00e0 viabilidade econ\u00f4mica, foi preciso considerar as cota\u00e7\u00f5es da \u00e9poca, os custos adicionais para a realiza\u00e7\u00e3o da irriga\u00e7\u00e3o e da drenagem por sulco-camalh\u00e3o, resultando uma m\u00e9dia de 3,5 sc\/ha, indicando excelente viabilidade econ\u00f4mica do sistema. \u201cOs custos adicionais incluem a suaviza\u00e7\u00e3o, a constru\u00e7\u00e3o dos sulcos-camalh\u00f5es, a aquisi\u00e7\u00e3o dos politubos e o custo da \u00e1gua e energia para irriga\u00e7\u00e3o\u201d, ressalta Centeno. Ele enfatiza que a suaviza\u00e7\u00e3o \u00e9 um investimento, sendo adicionado aos custos na forma de deprecia\u00e7\u00e3o em cinco anos.<\/p>\n<p>H\u00e1 pouco tempo foram colhidas as \u00e1reas da safra 2020\/2021 nas propriedades-piloto do projeto, que apresentaram produtividade mais alta que a da safra anterior. \u201cUm dos produtores parceiros \u00e9 Geovani Weber, do munic\u00edpio de Formigueiro (RS). Ele alcan\u00e7ou 105,8 sc\/ha, muito pr\u00f3ximo do potencial produtivo da soja em terras baixas do RS, estimado em 107 scs\/ha (6,4 ton\/ha) pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)\u201d, diz Parfitt.<\/p>\n<p>Apesar de o regime de chuvas da safra 2020\/2021 ter corrido normalmente, as \u00e1reas irrigadas pelo sistema sulco-camalh\u00e3o produziram, em m\u00e9dia, 23 sacas a mais por hectare do que as \u00e1reas de sequeiro do mesmo produtor. \u201cOs custos adicionais para a implanta\u00e7\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o da irriga\u00e7\u00e3o por sulco-camalh\u00e3o foram um pouco maiores do que na safra anterior e, mesmo com os pre\u00e7os da saca de soja a R $170, foram equivalentes a R$ 683 sc\/ha. De qualquer forma, o retorno financeiro para o produtor foi excelente\u201d, observa Centeno.<\/p>\n<p>O produtor Weber conta que a sua produtividade girava em torno de 50 sc\/ha de soja. \u201cTinha ano que produz\u00edamos mais e em outros menos, depend\u00edamos muito do volume de chuva, pois o solo encharcava, e dependendo tamb\u00e9m da seca, n\u00e3o t\u00ednhamos condi\u00e7\u00f5es de fazer irriga\u00e7\u00e3o\u201d, conta.<\/p>\n<p>Conforme relata, o sistema melhorou a drenagem e a irriga\u00e7\u00e3o e, neste ano, o desempenho e produtividade da lavoura-piloto foi surpreendente, com 105,8 sc\/ha. Em contrapartida, a \u00e1rea de sequeiro atingiu 70 sc\/ha. \u201cEsse sistema implementado pelo projeto trouxe \u00f3tima experi\u00eancia de plantio com o uso do sulco-camalh\u00e3o, mostrando que funciona perfeitamente. Pretendo fazer esse manejo de plantio em toda minha lavoura de v\u00e1rzea\u201d, confirma.<\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/noticias\/tecnologia-permite-cultivo-de-lavouras-no-deserto-economizando-ate-80-de-agua\/\"><strong>Tecnologia permite cultivo de lavouras no deserto economizando at\u00e9 80% de \u00e1gua<\/strong><\/a><\/li>\n<\/ul>\n<h3><strong>A tecnologia do sulco-camalh\u00e3o<\/strong><\/h3>\n<p>Trata-se da constru\u00e7\u00e3o do camalh\u00e3o, que provoca a abertura de um sulco no solo. O camalh\u00e3o constitui a zona de cultivo com solo mais profundo e sem compacta\u00e7\u00e3o, ideal para o desenvolvimento radicular das culturas, e o sulco, al\u00e9m de ser utilizado para a irriga\u00e7\u00e3o e drenagem da lavoura, tamb\u00e9m \u00e9 utilizado como zona de tr\u00e1fego para o rodado das m\u00e1quinas. Conforme Parfitt, essa t\u00e9cnica, chamada Tr\u00e1fego Controlado, traz melhorias para outro problema nas lavouras ga\u00fachas: a compacta\u00e7\u00e3o das \u00e1reas de cultivo.<\/p>\n<p>Parfitt conta que o sulco-camalh\u00e3o tem a forma de um \u201dtelhado\u201d, com ondula\u00e7\u00f5es pelas quais corre a \u00e1gua. Na parte alta, o camalh\u00e3o, \u00e9 feito o plantio da cultura; e na parte baixa, o sulco, a \u00e1gua corre e passam os rodados do trator ou arado puxado por tra\u00e7\u00e3o animal.<\/p>\n<h3><strong>Como construir<\/strong><\/h3>\n<p>O produtor pode usar as ferramentas dispon\u00edveis na propriedade. Essa tecnologia serve tanto para pequenos, como para m\u00e9dios e grandes produtores. \u201cNo caso do pequeno produtor, por exemplo, ele pode tentar reproduzir o \u2018telhado\u2019, fazer o preparo de toda a terra, passar uma grade e ent\u00e3o fazer os camalh\u00f5es, de modo que os sulcos fiquem no sentido da declividade da \u00e1rea, a fim de que a \u00e1gua excessiva corra por ali e v\u00e1 embora\u201d, explica Parfitt.<\/p>\n<p>Depois o produtor pode pegar uma aiveca (tipo de arado), puxado por um trator ou por tra\u00e7\u00e3o animal, como um cavalo, o qual far\u00e1 dois camalh\u00f5es por vez. \u201c\u00c9 uma forma mais simples de fazer o sulco-camalh\u00e3o, mas fica bem-feito\u201d, comenta o cientista. Para produtores m\u00e9dios e grandes j\u00e1 existem implementos espec\u00edficos para a constru\u00e7\u00e3o dos camalh\u00f5es.<\/p>\n<p>Feito isso, s\u00e3o plantadas com a semeadeira as plantas da cultura desejada, fazendo uma ou duas linhas em cima do camalh\u00e3o, com espa\u00e7amento entre 30 cm e 35 cm. Essa t\u00e9cnica \u00e9 feita na cultura da soja, milho ou sorgo.<\/p>\n<div id=\"attachment_2852512\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-2852512 size-full lazyloaded\" src=\"https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/wp-content\/uploads\/210615_LavouraGraos_sulco.jpg\" sizes=\"auto, (max-width: 642px) 100vw, 642px\" srcset=\"https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/wp-content\/uploads\/210615_LavouraGraos_sulco-150x210.jpg 150w, https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/wp-content\/uploads\/210615_LavouraGraos_sulco-171x240.jpg 171w, https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/wp-content\/uploads\/210615_LavouraGraos_sulco-342x480.jpg 342w, https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/wp-content\/uploads\/210615_LavouraGraos_sulco.jpg 642w\" alt=\"lavoura gr\u00e3os\" width=\"642\" height=\"900\" data-srcset=\"https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/wp-content\/uploads\/210615_LavouraGraos_sulco-150x210.jpg 150w, https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/wp-content\/uploads\/210615_LavouraGraos_sulco-171x240.jpg 171w, https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/wp-content\/uploads\/210615_LavouraGraos_sulco-342x480.jpg 342w, https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/wp-content\/uploads\/210615_LavouraGraos_sulco.jpg 642w\" aria-describedby=\"caption-attachment-2852512\" data-src=\"https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/wp-content\/uploads\/210615_LavouraGraos_sulco.jpg\" data-sizes=\"(max-width: 642px) 100vw, 642px\" \/><\/p>\n<p id=\"caption-attachment-2852512\" class=\"wp-caption-text\"><em>Foto: Embrapa<\/em><\/p>\n<\/div>\n<h3><strong>Aplica\u00e7\u00e3o no arroz<\/strong><\/h3>\n<p>Recentemente entrou em execu\u00e7\u00e3o o projeto \u201cTecnologias para o cultivo de arroz irrigado por sulco em terras baixas do Rio Grande do Sul\u201d, sob a coordena\u00e7\u00e3o da pesquisadora da Embrapa Walkyria Scivittaro, o qual est\u00e1 fortemente associado ao Projeto Sulco. O projeto fundamenta-se no aproveitamento da crescente infraestrutura de sulcos e camalh\u00f5es estabelecida para a produ\u00e7\u00e3o de soja ou milho nas terras baixas do Rio Grande do Sul para o cultivo subsequente de arroz, caracterizando o sistema irrigado por sulco.<\/p>\n<p>\u201cA ado\u00e7\u00e3o desse sistema permite o cultivo de arroz em plantio direto sobre a resteva da soja ou milho, dispensado, portanto, a movimenta\u00e7\u00e3o do solo para opera\u00e7\u00f5es de preparo, o que \u00e9 favor\u00e1vel sob os aspectos t\u00e9cnico, econ\u00f4mico e ambiental\u201d, destaca a pesquisadora. A tecnologia de irriga\u00e7\u00e3o do arroz por sulco dispensa a constru\u00e7\u00e3o de taipas, necess\u00e1rias para a irriga\u00e7\u00e3o por inunda\u00e7\u00e3o do solo, resultando em economia de combust\u00edvel, tempo e, principalmente, m\u00e3o de obra.<\/p>\n<h3><strong>O problema<\/strong><\/h3>\n<p>As terras baixas do Rio Grande do Sul abarcam a maior parte de cultivo de arroz irrigado em rota\u00e7\u00e3o com pastagens para pecu\u00e1ria extensiva (cerca de 4,5 milh\u00f5es de hectares). Essas \u00e1reas podem dar espa\u00e7o a outras culturas, como a soja, que tem aumentado sua \u00e1rea de plantio nesse ambiente em torno de 64% em dez anos.<\/p>\n<p>Acontece que a soja tem alcan\u00e7ado m\u00e9dias menores de produtividade, com muita varia\u00e7\u00e3o por causa das caracter\u00edsticas dos solos de terras baixas dos ga\u00fachos, que apresentam pouca profundidade e baixa capacidade de armazenamento de \u00e1gua. O solo seca de forma r\u00e1pida durante o per\u00edodo sem chuvas e quando h\u00e1 chuvas intensas, geralmente na \u00e9poca da safra, apresenta defici\u00eancia de drenagem. As perdas causadas pelo estresse h\u00eddrico s\u00e3o de cerca de 47% do potencial produtivo da soja na regi\u00e3o, o que equivale a uma redu\u00e7\u00e3o de at\u00e9 3,0 t\/ha, segundo estudos feitos pela UFSM.<\/p>\n<p>\u201cEssa \u00e9 uma situa\u00e7\u00e3o contradit\u00f3ria, pois ao mesmo tempo em que o produtor tem que lidar com esse regime de excesso ou falta de \u00e1gua, a soja est\u00e1 plantada em uma \u00e1rea que disp\u00f5e de uma rede de drenos e canais de irriga\u00e7\u00e3o. N\u00e3o \u00e9 raro encontrar situa\u00e7\u00f5es em que a soja est\u00e1 sofrendo por defici\u00eancia h\u00eddrica, enquanto a \u00e1gua passa ao lado em um canal de irriga\u00e7\u00e3o do arroz. Em outros momentos, a soja est\u00e1 afogada em \u00e1reas alagadas, a poucos metros de um dreno\u201d, comenta o engenheiro-agr\u00edcola Amilcar Silva Centeno, s\u00f3cio-diretor da Centeno Agro Intelig\u00eancia Ltda., uma das institui\u00e7\u00f5es parceiras do projeto.<\/p>\n<p>Segundo Centeno, v\u00e1rios produtores da metade sul do Rio Grande do Sul v\u00eam tentando encontrar solu\u00e7\u00e3o para esse dilema. \u201cO que eles t\u00eam usado \u00e9 irriga\u00e7\u00e3o por aspers\u00e3o, que tem alto custo e n\u00e3o resolve a quest\u00e3o da drenagem. Outros est\u00e3o tentando o uso de irriga\u00e7\u00e3o e drenagem superficiais, com a abertura de sulcos e drenos ou mesmo pelo alagamento da \u00e1rea. Muitas t\u00eam sido as dificuldades e poucas t\u00eam sido as avalia\u00e7\u00f5es criteriosas de viabilidade econ\u00f4mica dessas alternativas\u201d, comenta.<\/p>\n<p>Em busca de uma solu\u00e7\u00e3o, foi feita uma coopera\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica e financeira entre a Embrapa Clima Temperado (RS), a AGCO do Brasil Solu\u00e7\u00f5es Agr\u00edcolas Ltda., a Trimble Brasil, a PipeBR, a KLR Implementos e a Centeno Agro Intelig\u00eancia para implementar o Projeto Sulco.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte:\u00a0 Canal Rural<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma t\u00e9cnica de plantio aplicada nas terras baixas do Rio Grande do Sul foi capaz &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":40006,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[48],"tags":[],"class_list":["post-40005","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-agro_cfnews"],"wps_subtitle":"De acordo com a Embrapa, o custo m\u00e9dio pela aplica\u00e7\u00e3o da tecnologia de sulco-camalh\u00e3o ficou em R$ 637 por hectare","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40005","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=40005"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40005\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":40007,"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40005\/revisions\/40007"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/40006"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=40005"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=40005"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=40005"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}