{"id":46936,"date":"2021-09-29T10:37:39","date_gmt":"2021-09-29T14:37:39","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/?p=46936"},"modified":"2021-09-29T10:46:35","modified_gmt":"2021-09-29T14:46:35","slug":"brasil-chega-a-2182-milhoes-de-cabecas-de-gado-aponta-ibge","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/brasil-chega-a-2182-milhoes-de-cabecas-de-gado-aponta-ibge\/","title":{"rendered":"Brasil chega a 218,2 milh\u00f5es de cabe\u00e7as de gado, aponta IBGE"},"content":{"rendered":"<p>Em 2020, a alta do pre\u00e7o do boi gordo e o crescimento nas exporta\u00e7\u00f5es de carne contribu\u00edram para que o rebanho bovino crescesse 1,5% ante 2019, chegando a 218.150.298 cabe\u00e7as de gado. Foi o maior n\u00famero de bovinos desde 2016 (218.190.768 cabe\u00e7as).<\/p>\n<p>Mato Grosso e Goi\u00e1s mantiveram-se com os maiores rebanhos bovinos do pa\u00eds e, juntos, foram respons\u00e1veis por 25,8% do efetivo nacional. Mato Grosso elevou seu efetivo em 2,3%, totalizando 32,7 milh\u00f5es de animais. Goi\u00e1s teve alta de 3,5% e fechou o ano de 2020 com 23,6 milh\u00f5es de cabe\u00e7as de gado. Em terceiro vem o Par\u00e1, com 22,3 milh\u00f5es, crescimento de 6,3%. Em quarto, perdendo a terceira posi\u00e7\u00e3o para o Par\u00e1, veio Minas Gerais, com alta anual de 6,6% em seu rebanho, totalizando 22,2 milh\u00f5es de cabe\u00e7as.<\/p>\n<p>O maior rebanho continua em S\u00e3o F\u00e9lix do Xing\u00fa (PA): 2,4 milh\u00f5es de cabe\u00e7as e alta de 5,4%, no ano. Corumb\u00e1 (MS) veio a seguir, com 1,8 milh\u00e3o. Com alta de 11,8% em seu rebanho (1,3 milh\u00e3o de bovinos), Marab\u00e1 (PA) subiu da quinta para a terceira coloca\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/www.ibge.gov.br\/estatisticas\/economicas\/agricultura-e-pecuaria\/9107-producao-da-pecuaria-municipal.html\">Pesquisa da Pecu\u00e1ria Municipal (PPM) 2020<\/a><\/strong>.<\/p>\n<h3>Leite<\/h3>\n<p>Em 2020, a produ\u00e7\u00e3o nacional de leite chegou a 35,4 bilh\u00f5es de litros, recorde da pesquisa, com alta de 1,5% ante 2019. Minas Gerais seguiu liderando, com 9,7 bilh\u00f5es de litros de leite, (ou 27,3% do total nacional) e alta de 2,6% em rela\u00e7\u00e3o a 2019. Minas Gerais tamb\u00e9m obteve o maior valor da produ\u00e7\u00e3o de leite entre os estados, R$ 16,0 bilh\u00f5es, com alta de 38,9% frente a 2019. Em segundo lugar, veio o Paran\u00e1 com R$ 7,8 bilh\u00f5es e alta de 34,4% no ano.<\/p>\n<p>Dos dez principais munic\u00edpios nesse segmento, sete s\u00e3o mineiros, mas o primeiro lugar coube a Castro, no Paran\u00e1, respons\u00e1vel por 363,9 milh\u00f5es de litros de leite, com alta anual de 30,0% e valor da produ\u00e7\u00e3o de leite chegando a R$ 651,4 milh\u00f5es. Em segundo lugar veio Carambe\u00ed (PR), com 224,8 milh\u00f5es de litros de leite, alta de 24,9% no ano e R$ 402,4 milh\u00f5es em valor da produ\u00e7\u00e3o de leite. Patos de Minas (MG) caiu para a terceira posi\u00e7\u00e3o, com 195,0 milh\u00f5es de litros (-0,4%, no ano) e com valor de produ\u00e7\u00e3o leiteira de R$ 352,9 milh\u00f5es (alta de 39,7%).<\/p>\n<p>O efetivo de vacas ordenhadas foi de 16,2 milh\u00f5es de cabe\u00e7as, 0,8% menor que o de 2019. Dois dos tr\u00eas destaques do setor tiveram decr\u00e9scimo: Minas Gerais (-0,5%) e Goi\u00e1s (-0,4%). Paran\u00e1, terceiro maior rebanho leiteiro nacional, apresentou acr\u00e9scimo de 1,5% e totalizou 1,3 milh\u00e3o de vacas ordenhadas. Minas continua com o maior rebanho leiteiro do Pa\u00eds: 3,1 milh\u00f5es de cabe\u00e7as, ou 19,3% do total nacional. Em segundo lugar veio Goi\u00e1s, com 1,9 milh\u00e3o.<\/p>\n<p>Cerca de 72,2% da produ\u00e7\u00e3o de leite (25,6 bilh\u00f5es de litros) foi adquirida por estabelecimentos com inspe\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria, segundo a Pesquisa Trimestral do Leite, tamb\u00e9m realizada pelo IBGE, o que significa que essa porcentagem passou ent\u00e3o por alguma forma de industrializa\u00e7\u00e3o. O restante da produ\u00e7\u00e3o foi para consumo pr\u00f3prio das fam\u00edlias e vendas diretas ao consumidor. O pre\u00e7o m\u00e9dio pago ao produtor pelo litro do leite subiu 28,9% em 2020, chegando a R$ 1,59 por litro. O valor da produ\u00e7\u00e3o subiu 30,8% ante 2019, chegando a R$ 56,5 bilh\u00f5es.<\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/noticias\/atualizacao-rebanho-parana\/\">Campanha de atualiza\u00e7\u00e3o de rebanho alcan\u00e7a 88% das propriedades do Paran\u00e1<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/noticias\/importacoes-de-carne-suina-pela-china-seguirao-em-alta-neste-ano\/\">Importa\u00e7\u00f5es de carne su\u00edna pela China seguir\u00e3o em alta neste ano<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<h3>Ovos<\/h3>\n<p>Foram produzidas 4,8 bilh\u00f5es de d\u00fazias de ovos de galinha no ano de 2020, um aumento de 3,5% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 produ\u00e7\u00e3o estimada para 2019. Com rendimento de R$ 17,8 bilh\u00f5es, a produ\u00e7\u00e3o foi mais um recorde da s\u00e9rie hist\u00f3rica que, desde 1999, aumenta a cada ano. Em 2020, e em particular na pandemia, o ovo foi uma fonte de prote\u00edna alternativa mais acess\u00edvel. Ao cruzarmos as informa\u00e7\u00f5es da PPM com as da Produ\u00e7\u00e3o de Ovos de Galinha (POG), outra pesquisa do IBGE, \u00e9 poss\u00edvel concluir que 83,1% da produ\u00e7\u00e3o nacional de ovos de galinha teve origem em granjas de m\u00e9dio e grande porte.<\/p>\n<p>S\u00e3o Paulo seguiu como o maior produtor, respons\u00e1vel por 25,6% do total da produ\u00e7\u00e3o nacional de ovos, seguido pelo Paran\u00e1 (9,4%) e Minas Gerais (8,5%). Os cinco principais munic\u00edpios produtores n\u00e3o mudaram: Santa Maria de Jetib\u00e1 (ES), Bastos (SP), Primavera do Leste (MT), S\u00e3o Bento do Una (PE) e Itanhandu (MG).<\/p>\n<div id=\"attachment_2869069\" class=\"wp-caption aligncenter\">\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-2869069 size-full\" src=\"https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/wp-content\/uploads\/rebanho-brasil.jpg\" sizes=\"auto, (max-width: 836px) 100vw, 836px\" srcset=\"https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/wp-content\/uploads\/rebanho-brasil-150x82.jpg 150w, https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/wp-content\/uploads\/rebanho-brasil-320x175.jpg 320w, https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/wp-content\/uploads\/rebanho-brasil-640x351.jpg 640w, https:\/\/imagens-cdn.canalrural.com.br\/wp-content\/uploads\/rebanho-brasil.jpg 836w\" alt=\"\" width=\"836\" height=\"458\" aria-describedby=\"caption-attachment-2869069\" \/><\/p>\n<p id=\"caption-attachment-2869069\" class=\"wp-caption-text\">Rebanho no Brasil. Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/IBGE<\/p>\n<\/div>\n<h3>Su\u00ednos<\/h3>\n<p>O Brasil tem o quarto maior efetivo de su\u00ednos, \u00e9 o quarto maior produtor mundial de carne su\u00edna e o quarto maior exportador. Em 2020, o pa\u00eds tinha 41,1 milh\u00f5es de su\u00ednos, com alta de 1,4% ante 2019. O n\u00famero de matrizes teve a terceira alta consecutiva (1,4%) e chegou a 4,8 milh\u00f5es de cabe\u00e7as.<\/p>\n<p>Santa Catarina manteve a lideran\u00e7a entre os estados, com 7,8 milh\u00f5es de cabe\u00e7as e alta de 2,8% no ano. A seguir, vieram Paran\u00e1 (6,9 milh\u00f5es) e Rio Grande do Sul (5,9 milh\u00f5es). Toledo (PR) foi o maior produtor, com 1,2 milh\u00e3o de su\u00ednos, ou 2,9% do total nacional. A seguir, vieram Rio Verde (GO), com 660,0 mil cabe\u00e7as, e Uberl\u00e2ndia (MG), com 632,2 mil.<\/p>\n<h3>Galin\u00e1ceos<\/h3>\n<p>O efetivo de galin\u00e1ceos \u2013 galos, galinhas, frangos, frangas, pintos e pintainhas \u2013 somou 1,5 bilh\u00e3o de cabe\u00e7as, 1,5% maior que no ano anterior, com acr\u00e9scimo de 21,7 milh\u00f5es de animais. O Paran\u00e1 lidera o ranking desde 2005, com 26,7% do total nacional. Outros destaques foram: S\u00e3o Paulo (13,6%), Rio Grande do Sul (11,1%), Santa Catarina (9,2%) e Minas Gerais (8,1%). Entre os munic\u00edpios, Santa Maria de Jetib\u00e1 (ES) apresenta o maior efetivo de galin\u00e1ceos desde 2016. A seguir, vieram Cascavel (PR), Bastos (SP), Itabera\u00ed (GO) e Cianorte (PR).<\/p>\n<p>O efetivo de galinhas para a produ\u00e7\u00e3o de ovos somou 252,6 milh\u00f5es, com alta de 2,0% no ano. S\u00e3o Paulo tinha o maior efetivo, com 21,4% do total nacional, seguido por Paran\u00e1 (9,9%), Minas Gerais (8,3%), Rio Grande do Sul (7,9%) e Esp\u00edrito Santo (7,2%). Os tr\u00eas munic\u00edpios l\u00edderes s\u00e3o Santa Maria de Jetib\u00e1 (ES), Bastos (SP) e S\u00e3o Bento do Una (PE).<\/p>\n<h3>Codornas<\/h3>\n<p>Em 2020, o efetivo de codornas somou 16,5 milh\u00f5es de aves e a produ\u00e7\u00e3o de ovos de codorna atingiu 295,9 milh\u00f5es de d\u00fazias, ambos com queda de 5,2% e 6,2%, respectivamente. Os l\u00edderes foram Esp\u00edrito Santo (23,4% das aves e 25,1% dos ovos); S\u00e3o Paulo (22,5% das aves e 22,7% dos ovos) e Minas Gerais (16,2% das aves e 17,0% dos ovos). Os tr\u00eas estados tiveram queda, tanto no efetivo de codornas quanto na produ\u00e7\u00e3o de ovos.<\/p>\n<p>Santa Maria de Jetib\u00e1 (ES) apresentou redu\u00e7\u00e3o de 0,7%, totalizando 3,7 milh\u00f5es de cabe\u00e7as, e queda de 9,1% em sua produ\u00e7\u00e3o de ovos, totalizando 70,0 milh\u00f5es de d\u00fazias de ovos produzidos. Em S\u00e3o Paulo, o Munic\u00edpio de Bastos foi o maior produtor, figurando em segundo lugar nacional, tanto em efetivo quanto na produ\u00e7\u00e3o de ovos de codorna.<\/p>\n<h3>Ovinos<\/h3>\n<p>Em 2020, houve crescimento de 4,0% no rebanho caprino e 3,3% no rebanho ovino, 12,1 milh\u00f5es e 20,6 milh\u00f5es de cabe\u00e7as, respectivamente. A Bahia continuou l\u00edder para os dois rebanhos, com 30,1% do efetivo nacional de caprinos e 22,8% do rebanho de ovinos, cujo ranking passou a liderar em 2016, quando ultrapassou o Rio Grande do Sul. Pernambuco veio em segundo, com 25,8% do rebanho nacional de caprinos e 16,0% do total nacional ovinos.<\/p>\n<p>Dos dez principais munic\u00edpios em efetivo de caprinos, sete eram baianos e tr\u00eas pernambucanos. Em 2020, os cinco munic\u00edpios na lideran\u00e7a eram Casa Nova (BA), Floresta (PE), Juazeiro (BA), Cura\u00e7\u00e1 (BA) e Petrolina (PE).<\/p>\n<p>J\u00e1 os cinco maiores rebanhos de ovinos estavam em Casa Nova (BA), Remanso (BA), Juazeiro (BA), Sant\u2019ana do Livramento (RS) e Dormentes (PE).<\/p>\n<h3>Mel<\/h3>\n<p>Em 2020 a produ\u00e7\u00e3o nacional de mel atingiu 51,5 mil toneladas, um aumento de 12,5% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior. O valor de produ\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m aumentou, para R$ 621,5 milh\u00f5es. Houve aumento de 52,2% nas exporta\u00e7\u00f5es, favorecidas pela alta do d\u00f3lar ao longo do ano de 2020, resultando na redu\u00e7\u00e3o da oferta de mel em solo nacional. Isso levou ao aumento do pre\u00e7o, o que contribuiu para o acr\u00e9scimo de 26,2% do valor de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os maiores produtores s\u00e3o Paran\u00e1, respons\u00e1vel por 15,2% da produ\u00e7\u00e3o nacional, e Rio Grande do Sul com 14,5%. No Nordeste, os destaques foram Piau\u00ed, Bahia e Cear\u00e1, que responderam por 11,0%, 9,7% e 7,6% do total nacional. Em 2020, a maior produ\u00e7\u00e3o de mel foi em Arapoti (Paran\u00e1), que ultrapassou Ortigueira (PR) e Botucatu (SP), agora segundo e terceiro lugares no ranking, seguidos por Itatinga (SP) e Campo Alegre de Lourdes (BA).<\/p>\n<h3>Piscicultura<\/h3>\n<p>Em 2020, a piscicultura brasileira produziu 551,9 mil toneladas, com alta de 4,3% frente a 2019. Os tr\u00eas principais estados produtores n\u00e3o mudaram: Paran\u00e1, com 25,4% do total nacional; S\u00e3o Paulo (10,0%) e Rond\u00f4nia (8,7%).<\/p>\n<p>Nova Aurora (PR), segue como principal munic\u00edpio produtor, respons\u00e1vel por 3,6% da produ\u00e7\u00e3o nacional e 14,0% da produ\u00e7\u00e3o do estado.<\/p>\n<p>Com alta de 6,1%, a Til\u00e1pia continuou sendo a principal esp\u00e9cie, respondendo por 62,3% do total de peixes produzidos ou 343,6 mil toneladas. A regi\u00e3o Sul se destaca na cria\u00e7\u00e3o de til\u00e1pias, respondendo por 48,2% do total da esp\u00e9cie produzido no pa\u00eds em 2020. O Tambaqui \u00e9 a segunda esp\u00e9cie mais produzida, com 100,6 mil toneladas, provenientes, principalmente, da regi\u00e3o Norte (73,0% do total).<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o de camar\u00e3o criado em cativeiro cresceu 14,1%, totalizando 63,2 mil toneladas. O valor de produ\u00e7\u00e3o da carcinicultura foi de R$ 1,3 milh\u00e3o, alta de 9,3% ante 2019. O Nordeste foi respons\u00e1vel por 99,6% da produ\u00e7\u00e3o do pa\u00eds, que \u00e9 liderada por dois estados: Rio Grande do Norte (34,8%) e Cear\u00e1 (33,2%).<\/p>\n<p>Aracati (CE), ap\u00f3s dois anos como segundo maior produtor, retornou para o primeiro lugar, com 3,9 mil toneladas, alta de 31,1%. Pend\u00eancias (RN), ap\u00f3s dois anos como maior munic\u00edpio produtor, recuou 4,5% e caiu para segundo lugar, com 3,7 mil toneladas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte:\u00a0 Canal Rural<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 2020, a alta do pre\u00e7o do boi gordo e o crescimento nas exporta\u00e7\u00f5es de &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":46941,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[48],"tags":[],"class_list":["post-46936","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-agro_cfnews"],"wps_subtitle":"Em 2020, o rebanho bovino nacional cresceu 1,5%, chegando a 218,2 milh\u00f5es de cabe\u00e7as, o maior efetivo desde 2016","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/46936","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=46936"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/46936\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":46942,"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/46936\/revisions\/46942"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/46941"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=46936"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=46936"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=46936"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}