{"id":60459,"date":"2022-07-11T11:49:05","date_gmt":"2022-07-11T15:49:05","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/?p=60459"},"modified":"2022-07-11T11:49:05","modified_gmt":"2022-07-11T15:49:05","slug":"monitor-de-secas-aponta-abrandamento-do-fenomeno-na-regiao-sul","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/monitor-de-secas-aponta-abrandamento-do-fenomeno-na-regiao-sul\/","title":{"rendered":"Monitor de Secas aponta abrandamento do fen\u00f4meno na regi\u00e3o Sul"},"content":{"rendered":"<p>Entre abril e maio, em termos de \u00e1reas com seca, o Rio Grande do Sul teve um recuo da seca de 100% para 88% do territ\u00f3rio ga\u00facho, enquanto o fen\u00f4meno reduziu sua abrang\u00eancia de 92% para 68% de Santa Catarina. J\u00e1 o Paran\u00e1 segue com 98% de sua \u00e1rea com seca desde agosto de 2021. A \u00faltima atualiza\u00e7\u00e3o do\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/monitordesecas.ana.gov.br\/mapa?mes=5&amp;ano=2022\">Monitor de Secas<\/a>,<\/strong>\u00a0referente a maio, aponta o abrandamento da seca nos tr\u00eas estados do Sul, devido \u00e0s chuvas acima da m\u00e9dia.<\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/noticias\/tempo\/por-que-o-la-nina-esta-influenciando-tanto-as-safras-brasileiras\/\"><strong>Por que o La Ni\u00f1a est\u00e1 influenciando tanto as safras brasileiras?<\/strong><\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>No Paran\u00e1, entre abril e maio, a \u00e1rea com seca se manteve est\u00e1vel no patamar de 98% do estado, percentual que segue desde agosto de 2021 e foi o maior entre os estados do Sul em maio. Em termos de severidade, foi observado o abrandamento do fen\u00f4meno com o recuo da seca grave de 26% para 24% do territ\u00f3rio paranaense \u2014 melhor condi\u00e7\u00e3o desde mar\u00e7o de 2021, quando houve seca grave em 19% do Paran\u00e1.<\/p>\n<p>O Rio Grande do Sul, entre abril e maio, registrou um leve um recuo da seca de 88% para 87% de seu territ\u00f3rio, devido \u00e0s chuvas acima da m\u00e9dia. Desde setembro de 2020, essa \u00e9 a segunda vez que o Rio Grande do Sul registra \u00e1reas livres de seca e os 87,3% representam a segunda menor \u00e1rea com registro do fen\u00f4meno desde o in\u00edcio do acompanhamento do Monitor de Secas no estado em agosto de 2020, sendo que apenas em setembro de 2020 houve uma \u00e1rea menor com o fen\u00f4meno: 86,7%. Com seca em 245,7 mil quil\u00f4metros quadrados, territ\u00f3rio superior ao do Reino Unido, o Rio Grande do Sul teve a 6a maior \u00e1rea seca do Brasil, ficando atr\u00e1s de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goi\u00e1s, Minas Gerais e S\u00e3o Paulo. Em termos de severidade, o RS teve um abrandamento da seca com o recuo das \u00e1reas com seca grave de 45% para 23% do estado \u2013 condi\u00e7\u00e3o mais severa do Sul.<\/p>\n<p><strong>J\u00e1 em Santa Catarina, entre mar\u00e7o e abril, houve o abrandamento da seca com o desaparecimento da seca grave e da seca moderada<\/strong>. Com 68% de seca fraca, o estado teve em maio a condi\u00e7\u00e3o mais branda do fen\u00f4meno desde a entrada de Santa Catarina no Mapa do Monitorem agosto de 2020, assim como a condi\u00e7\u00e3o menos severa dentre os estados do Sul. Em termos de \u00e1rea com o fen\u00f4meno, Santa Catarina registrou o recuo da seca de 92% para 68% do territ\u00f3rio catarinense \u2014 menor \u00e1rea desde sua entrada no\u00a0<a href=\"https:\/\/monitordesecas.ana.gov.br\/\"><strong>Monitor<\/strong><\/a>.<\/p>\n<p>Considerando as quatro regi\u00f5es integralmente acompanhadas pelo Monitor de Secas, a maior severidade observada em maio aconteceu no Sudeste, que registrou 4% de seca excepcional, a mais aguda da escala do Monitor.\u00a0<strong>O Centro-Oeste teve a segunda maior severidade de maio com 10% de seca extrema.<\/strong>\u00a0No Sul houve um abrandamento do quadro com a redu\u00e7\u00e3o da seca grave de 34% para 20% da regi\u00e3o. J\u00e1 o Nordeste teve a menor severidade de maio com o desaparecimento da seca grave e a redu\u00e7\u00e3o da seca moderada de 6% para 3% da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>O Sul registrou o maior percentual de \u00e1rea com seca: 88%. Com 87% de seu territ\u00f3rio com a presen\u00e7a do fen\u00f4meno, o Centro-Oeste foi a 2a regi\u00e3o com maior \u00e1rea seca. J\u00e1 o Sudeste teve 61% de sua \u00e1rea com registro do fen\u00f4meno, enquanto o Nordeste segue com o menor percentual de territ\u00f3rio com seca: 32%.<\/p>\n<h2>Monitor de Secas em outras regi\u00f5es<\/h2>\n<p>Entre abril e maio, em termos de severidade da seca, dez estados tiveram um abrandamento do fen\u00f4meno no \u00faltimo m\u00eas segundo o Monitor de Secas: Alagoas, Bahia, Mato Grosso do Sul, Para\u00edba, Paran\u00e1, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Sergipe. Somente em Goi\u00e1s e Mato Grosso foi registrada a intensifica\u00e7\u00e3o da seca, enquanto o fen\u00f4meno se manteve est\u00e1vel em nove unidades da Federa\u00e7\u00e3o: Cear\u00e1, Distrito Federal, Esp\u00edrito Santo, Maranh\u00e3o, Minas Gerais, Piau\u00ed, Rio de Janeiro, S\u00e3o Paulo e Tocantins.<\/p>\n<p>Entre abril e maio, sete unidades da federa\u00e7\u00e3o registraram o aumento da \u00e1rea com seca: Bahia, Esp\u00edrito Santo, Minas Gerais, Piau\u00ed, Goi\u00e1s, Mato Grosso e Tocantins. Por outro lado, a \u00e1rea com o fen\u00f4meno recuou em oito estados: Alagoas, Cear\u00e1, Para\u00edba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Sergipe.\u00a0<strong>Nas outras seis unidades da federa\u00e7\u00e3o acompanhadas pelo Monitor, n\u00e3o houve varia\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio com seca<\/strong>: Distrito Federal, Maranh\u00e3o, Mato Grosso do Sul, Paran\u00e1, Rio de Janeiro e S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Assim como em abril, tr\u00eas unidades da Federa\u00e7\u00e3o registraram seca em 100% do territ\u00f3rio no \u00faltimo m\u00eas: Distrito Federal, Mato Grosso do Sul e S\u00e3o Paulo. Os demais 18 estados acompanhados pelo Monitor apresentam entre 6,5% e 97,8% de suas \u00e1reas com o fen\u00f4meno, sendo que para percentuais acima de 99% considera-se a totalidade dos territ\u00f3rios com seca. Assim como em abril, nenhuma das 21 unidades da Federa\u00e7\u00e3o acompanhadas pelo Monitor ficou livre de seca em maio.<\/p>\n<p>Com base no territ\u00f3rio de cada unidade da Federa\u00e7\u00e3o acompanhada, Mato Grosso lidera a \u00e1rea total com seca, seguido por Mato Grosso do Sul, Goi\u00e1s, Minas Gerais e S\u00e3o Paulo. No total a \u00e1rea com o fen\u00f4meno foi de 3,11 milh\u00f5es de quil\u00f4metros quadrados e se fosse um pa\u00eds seria o 8 maior do mundo, superando os 2,78 milh\u00f5es de km da Argentina.<\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m:<a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/noticias\/semana-comeca-com-riscos-de-temporais-e-ventos-fortes-veja-a-previsao\/\">\u00a0Semana come\u00e7a com riscos de temporais e ventos fortes; veja a previs\u00e3o<\/a><\/strong><\/p>\n<p><strong>E mais:\u00a0<a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/projeto-soja-brasil\/soja-resistente-seca-estiagem-futuro-pesquisa\/\">Soja mais resistente \u00e0 seca. Como a ci\u00eancia est\u00e1 trabalhando nisso?<\/a><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte:\u00a0 Canal Rural<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entre abril e maio, em termos de \u00e1reas com seca, o Rio Grande do Sul &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":60460,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[48],"tags":[],"class_list":["post-60459","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-agro_cfnews"],"wps_subtitle":"Com 87% de seu territ\u00f3rio com a presen\u00e7a do fen\u00f4meno, o Centro-Oeste foi a segunda regi\u00e3o com maior \u00e1rea seca","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/60459","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=60459"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/60459\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":60461,"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/60459\/revisions\/60461"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/60460"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=60459"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=60459"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cfnews.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=60459"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}