- Cuiabá
- QUARTA-FEIRA, 7 , JANEIRO 2026
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O profeta Naum, chamado por Deus para proferir duras palavras de juízo contra Nínive, a grande cidade conhecida por suas ações de crueldade, logo na introdução de sua sentença faz um contraponto entre os que esperam e se refugiam no Senhor e os que oprimem e são cruéis. O juízo de Deus contra os perversos não significa maldade divina; antes, suas ações são intervenções para quebrar o jugo opressor dos maus, uma manifestação de sua graça e justiça.
Este verso destaca três aspectos dessa intervenção divina e de seu fundamento teológico. Em primeiro lugar, revela a bondade de Deus: o caráter do Senhor é bom e, mesmo quando age de modo enérgico, nunca devemos pôr em dúvida seu amor paternal. Em segundo lugar, evidencia a proteção de Deus, que se manifesta como fortaleza no dia da angústia. Muitos têm erroneamente considerado a angústia como pecado, como se todo sofrimento fosse consequência direta do pecado pessoal. Contudo, Deus se apresenta como refúgio dos abatidos de espírito que nele buscam socorro. Por fim, vemos a atenção de Deus, voltada àqueles que o buscam como abrigo. Confie neste Deus que se importa e está atento aos que nele encontram proteção.
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| Gênero | Masculino |
|---|---|
| Setor | Religião |
| Profissão | Teólogo |
| Local | Cuiabá, Centro-Oeste, Brasil |
| Interesses | A vida e o ministério, também um pouco literatura e cultura pop. |