Segundo o deputado, o “prestígio pessoal” do governador não transfere mais do que 20%. “O prestígio pessoal de governo não se transfere mais de 20%, seja para quem for”, afirmou o deputado quando questionado sobre a aprovação de Mendes.
“Daqui para frente, vai valer quem tiver mais aliados, mais companheiros e quem conquistar a simpatia do eleitor”, emendou o deputado que defende a candidatura do senador Jayme Campos (União).
“Nós temos um bom relacionamento com o vice-governador, nada pessoal. Mas cada partido busca seus interesses. Queremos continuar governando Mato Grosso. Fizemos um bom trabalho nesses sete anos com Mauro Mendes e queremos mais quatro com Jayme Campos”, disparou o parlamentar.
“Queremos ter candidato a governador, a senador, à Câmara dos Deputados e à Assembleia Legislativa. Se não tiver candidatura própria, nossa bancada será reduzida”, acrescentou Júlio Campos.