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09/09/2021 - 15:16

Ex-deputado confirma convite para disputar governo com apoio de Bolsonaro e cobra definição do PSDB

Nilson Leitão sinalizou que há possibilidade de deixar o PSDB para ter apoio de Bolsonaro na disputa

O ex-deputado federal Nilson Leitão (PSDB) confirmou na manhã desta quinta-feira (9) que recebeu acenos do grupo político do presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido) para disputar o governo de Mato Grosso em 2022.  As conversas iniciaram em agosto em Brasília, às vésperas da visita de Bolsonaro à Cuiabá. Leitão inclusive viajou no avião presidencial para a capital mato-grossense.

Mesmo filiado ao PSDB, Leitão deixou claro que seu atual partido nunca sinalizou em lançar seu nome para o Palácio Paiaguás. “É aquela história de um filho seu não foge à luta. Eu acredito nisso e tenho falado para todo grupo. O meu nome surgiu nem tanto pelo PSDB, mas pelo grupo do atual presidente Jair Bolsonaro, que fui sondado para ser candidato a governador”, explicou durante entrevista à Rádio Capital FM.

Caso defina por encarar a disputa, Leitão deverá deixar o PSDB e migrar para o futuro partido de Bolsonaro, que ainda não foi definido. “Isso tudo deverá ser discutido daqui para frente. Ontem, o PSDB declarou oposição a Bolsonaro. Sabendo disso e que o PSDB deverá ter candidatura a presidente, mesmo ainda não tendo definido um nome, e sabendo que eu recebi convite para ser candidato que representa o grupo de Bolsonaro, isso tudo terá que ser discutido e definido”.

“Eu acredito que o PSDB em Mato Grosso liderado pelo presidente Carlos Avallone está montando a sua chapa para deputado estadual, federal e deve iniciar a discutir candidatura a governador, como todo partido deveria fazer. O Brasil é democrata e tem de haver disputa. Tem que ter aquele que governa e que representa aquele que está feliz com o governo e tem que ter aquele que combate e representa quem não está feliz com a situação. O PSDB tem que se posicionar como sempre fez para ouvir o eleitor e existem vários nomes que podem disputar o governo”, concluiu.

 

 

Fonte:  Odocumento

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