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O governador Mauro Mendes (DEM), apesar de admitir que ainda não definiu seu apoio em relação à eleição suplementar do Senado, marcada para acontecer em Mato Grosso no próximo dia 26 de abril, afirmou que “espera que saia um nome que possa representar à altura o nosso Estado e as expectativas que cada um tem de seus senadores”.
O democrata falou com a imprensa na tarde de segunda-feira (02), no Palácio Paiaguás, durante assinatura de convênio entre o Governo do Estado e a concessionária de energia elétrica de Mato Grosso (Energisa), prevê investimentos de cerca de R$ 7 milhões em ações que visam a economia de energia elétrica nos órgãos públicos.
Mendes adiantou que já conversou com alguns atores desse processo, como o ex-senador Cidinho Santos. “Por enquanto estou observando o cenário. Desejo que Mato Grosso tenha três senadores, e teremos. Muita coisa pode acontecer ainda. É impossível um partido ter alguém com uma história tão grande e dizer você não vai ser candidato”, disse sobre a pré-candidatura do companheiro de partido Júlio Campos.
“O ex-governador e ex-senador Júlio Campos desejou ser candidato. Ele vai ser, agora, política é a arte do diálogo. Política se faz com reciprocidade. Eu não posso contrariar essa lógica. Não há racha no meu grupo político. As várias candidaturas de aliados, é natural, é tranquilo”, disse.
Para Mauro Mendes, o vice-governador Otaviano Pivetta, pré-candidato do PDT ao Senado, tem enormes predicados. “É uma pessoa do bem, faz política para o bem. Tem predicados e qualidades”, observou.
“A política se faz com reciprocidade, a vida se faz com reciprocidade. Quem dá carinho espera receber carinho, quem dá amor espera receber amor. Então, quem dá apoio, espera também um dia, se precisar, receber apoio do outro lado. Isso faz parte da lógica e eu não posso contrariar essa lógica. Então, qualquer apoio, eu só posso, diante de tantas pessoas que estão nesse cenário, dar àqueles que um dia me deram”, afirmou.
Fonte: Odocumento